Caldeiras

Independentemente da Legislação existente para a realização da manutenção às caldeiras a mesma é essencial para garantir a segurança do sistema / instalação e manter o seu  rendimento.

O bom rendimento das caldeiras depende do estado do corpo em que se encontra, regulação correcta do queimador, estado da conduta evacuação de fumos (chaminé), uma correcta alimentação de ar atmosférico, etc.

Uma caldeira colmatada de incrustrações tanto pelo exterior (circuito de fumos) como pelo interior circuito de água (primário) impede a correcta condução de calor da camara de combustão para a água que se pretende aquecer diminuindo radicalmente a troca de calor havendo um aumento de consumo e diminuindo o desempenho energético.

A correcta regulação do queimador permite que haja uma combustão completa, ausente de monóxido de carbono, que no caso de haver acumulação no interior da habitação é mortal dependendo do tempo a que se está exposto a este gás e a concentração do mesmo.

Legislação aplicada:

 Conforme Decreto Lei 118/2013, nos edifícios de comércio e serviços é necessário garantir a manutenção, uma correcta condução e manutenção dos sistemas técnicos, com o objectivo de manter/melhorar a eficiência dos sistemas técnicos.

Artigo 37.º

Instalação, condução e manutenção de sistemas técnicos
1 - Os sistemas técnicos dos edifícios abrangidos pelo presente capítulo devem ser instalados, conduzidos e mantidos de modo a garantir o seu funcionamento em condições otimizadas de eficiência energética e de promoção da qualidade do ar interior.

2 - Na instalação, condução e manutenção dos equipamentos e sistemas técnicos referidos no número anterior devem ser tidos em particular atenção por parte do TIM:
a) Os requisitos de instalação;
b) A qualidade, organização e gestão da manutenção, incluindo o respetivo planeamento, os registos de ocorrências, os detalhes das tarefas e das operações e outras ações e documentação necessárias para esse efeito;
c) A operacionalidade das instalações através de uma condução otimizada que garanta o seu funcionamento em regimes de elevada eficiência energética.

  Decreto-Lei n. o 78/2004 de 3 de Abril

A definição de valores limite de concentração de poluentes na atmosfera, ao nível do solo, que se reconheçam adequados à protecção da saúde humana e do ambiente é um dos principais instrumentos da política da qualidade do ar. Por outro lado, a fixação de valores
limite de emissão na fonte para os poluentes mais significativos, pelos seus efeitos na saúde das populações e no ambiente em geral, constitui medida essencial para uma política de prevenção e controlo da poluição atmosférica.

 

 

 

Marcas de preferência (*)
(*) Não existe nenhum vínculo obrigatório mas somente uma relação comercial de preferência estando abertos à comercialização de outras marcas conforme exigências pretendidas.